Todo dia é igual.
Sinto muito.
Valeu, Lenira!
Sinto muito, Bress. A gente vive como se eternos fôssemos, mas não somos. Essas perdas mostram nossa finitude e nossa ignorância do amanhã. Bem vivem os budistas que cultuam o agora. Um beijo pra você.
Valeu, Dri.
Sinto muito.
Valeu, Lenira!
Sinto muito, Bress. A gente vive como se eternos fôssemos, mas não somos. Essas perdas mostram nossa finitude e nossa ignorância do amanhã. Bem vivem os budistas que cultuam o agora. Um beijo pra você.
Valeu, Dri.